domingo, 28 de setembro de 2008
sábado, 27 de setembro de 2008
A Ilha Verde 6
quinta-feira, 25 de setembro de 2008
Cordel de Fogo Encantado
Um pouco mais:
quarta-feira, 24 de setembro de 2008
Musicália 1
Agradecia que me dissessem se o download funcionou, para que eu possa ajustar o sistema se for caso disso.

Hoje começo com um álbum excelente de Rokia Traoré, chamado Tchamantché. Espero que gostem!
Para fazerem o download, carreguem no endereço abaixo indicado:
http://www.4shared.com/file/64320723/31feab92/Rokia_Traor-Tchamantch.html
terça-feira, 23 de setembro de 2008
domingo, 21 de setembro de 2008
Rodrigo Leão
A Ilha Verde 5
sábado, 20 de setembro de 2008
Jason Mraz
quinta-feira, 18 de setembro de 2008
A Ilha Verde 4

lamento mas não sei o nome desta linda planta ... sei no entanto que não me cansava de a observar.



a água quente e límpida brotava do interior da terra, fumegando ... e eu nela mergulhava, deixando o meu corpo relaxar, enquanto a mente carregava as "baterias", preparando-se para mais um dia em cheio, que is começar dali a pouco, logo a seguir ao pequeno almoço.
So long
A tua música acompanhará os nossos dias ... e aquele arrepio descerá suavemente pela nossa coluna ...
quarta-feira, 17 de setembro de 2008
Istórias 1
Um agradecimento ao Clube dos Contadores de Histórias, que está a fazer um trabalho soberbo e de grande interesse lúdico e pedagógico.
A minha mãe está sempre cheia de pressa
Tudo começou no dia em que a mãe de Ivan retomou o trabalho e começou a olhar o seu relógio com paixão. Durante todo o dia não tirava os olhos dele e dizia:
— Meu Deus, já são cinco horas? Já são seis horas, trinta e sete minutos e vinte e quatro segundos? Já são oito horas e vinte e oito? Mas isto é terrível!
E corria, cabelos ao vento, do emprego para a escola, da escola para o emprego, do emprego para as aulas de violino de Ivan, das aulas de violino de Ivan para as suas aulas de canto, das aulas de canto para o dentista, do dentista para o talho, do talho para a mercearia…
A mãe de Ivan queria fazer tudo. Para ganhar tempo, tinha comprado, numa loja especializada, um par de sapatilhas supersónicas, que tinham um motor que se acciona através de um botãozinho vermelho. Estas sapatilhas chegavam a atingir quinze quilómetros por segundo. Parece muito divertido, não parece?
Só que não era nada divertido, porque a mãe de Ivan achava que o filho era demasiado lento para o seu gosto. Quanto mais pressa tinha, mais o achava indolente. Então, enervava-se e criticava-o. Ficava furiosa com aquilo que via como lentidão, mas que era, na realidade, um comportamento perfeitamente normal. Quando Ivan estava a desenhar, tinha de acabar o desenho em três segundos (tenta tu desenhar um carneiro ou um avião em três segundos e vê se é possível). Quando Ivan tocava violino, tinha de fazer os exercícios em três milésimas de segundo, caso contrário a mãe punha-se a suspirar e olhava para o relógio como se este fosse um comboio que ela tinha de apanhar.
— Despacha-te! — dizia.
Mas parecia dizer "Pacha-te!Pacha-te!", como se fosse um comboio. À força de tanto correr, a mãe de Ivan pôs-se a fazer disparates. De manhã, em vez de beijar Ivan à despedida na escola, beijava o director. À noite, Ivan saía do banho cheio de sabonete seco, porque não havia tempo para o lavar com água. Em casa, só se comia peixe e carne crus porque não havia tempo para ligar o forno. Um dia, quando, depois de uma festa de aniversário, a mãe foi buscar Ivan a casa de um amigo, saiu com outra criança, porque esta tinha apertado os atacadores dos sapatos mais depressa do que Ivan.
E é claro que se esquecia das coisas essenciais: beijar, fazer mimos ou falar com o filho. Estas eram ocupações que, segundo ela, tomavam demasiado tempo. Não é pois de admirar que Ivan tenha pensado que a mãe já não gostava dele. Então, para tentar prender a sua atenção, como se tenta prender a água entre as mãos, começou a andar mais devagar. De manhã, demorava vinte minutos e quinze segundos para atar um cordão. Só de um sapato! Quando bocejava, demorava três minutos a abrir a boca. A mãe ficava louca de raiva, mas este comportamento era mais forte do que Ivan.
Quando mais ela se apressava, mais ele se atrasava. Ivan pensava que se andasse mais devagar, a mãe começaria também a andar mais devagar e poderia amá-lo e abraçá-lo como quando ele era pequenino. Claro que ele podia dizer isto à mãe mas, quando se tem cinco ou seis anos, já não se chora para ter o que se pretende. Então, exprimimo-nos de outra forma. Toma-se um caminho diferente do das lágrimas.
Certo dia, aconteceu o que tinha de acontecer: Ivan adoeceu de lentidão. Dormia o dia todo. Bocejava, fechava os olhos e não queria fazer nada, como se a mãe o tivesse cansado com tantas correrias. Já não podia ir à escola porque, quando acabava de se vestir, já tinha anoitecido. A mãe consultou inúmeros médicos que faziam urgências (daqueles que chegam de motorizada de quinze em quinze minutos).
O primeiro falou de uma gripe-relâmpago, o segundo de uma infecção cerebral, o terceiro de uma crise de crescimento. Ivan engoliu xaropes de alcaçuz, de framboesa e de banana. Mas continuava a dormir. Então, pela primeira vez em muito tempo, a mãe começou a reflectir. Deitou fora todos os xaropes e sentou-se à cabeceira do filho. Sem fazer barulho, desligou as sapatilhas supersónicas e pô-las aos pés da cama, como fazemos quando estamos à espera do Pai Natal.
Um dia, Ivan abriu os olhos muito devagarinho e viu a mãe a descalçar as sapatilhas. Saltou logo da cama, como se estivesse curado.
— És tu, mamã? Esperaste por mim? Amas-me um bocadinho?
— Claro que te amo. Mesmo quando andava sempre a correr de um lado para o outro amava-te na mesma. Nunca deixei de te amar. Como pudeste pensar, por duas milésimas de segundo, que eu tinha deixado de te amar?
A mãe de Ivan pensou que nunca se diz vezes demais aos filhos que os amamos acima de tudo, mais do que o trabalho, mais do que o nosso emprego, mais do que o tempo que passa, mais do que qualquer outra coisa! Abraçou o seu filho querido com muita força durante quinze minutos, e garanto-te que, naquele dia, nem sequer olhou para o relógio. Nem naquele nem nos que se lhe seguiram.
Sophie Carquain
Cent histoires du soir
Paris, Ed. Marabout, 2000
Tradução e adaptação: www.contadoresdestorias.wordpress.com
terça-feira, 16 de setembro de 2008
A Ilha Verde 3
sábado, 13 de setembro de 2008
sexta-feira, 12 de setembro de 2008
Animais em vias de extinção 22
Nome popular: Leão
Nome Científico: Panthera leo
Distribuição geográfica: África, pequena porção na Índia, Balcãs e Grécia.
Habitat natural: Savana.
Hábitos alimentares: é carnívoro. Geralmente as fêmeas caçam e alimentam todo o grupo, mas o macho costuma ser o primeiro a alimentar-se. Quando o macho estiver saciado, as leoas e as crias podem alimentar-se. Da sua alimentação consistem: gnus, zebras, búfalos, gazelas, girafas e antílopes.
Tamanho: Comprimento: 2 m mais a cauda. Altura: 1 m.
Peso: em média 250 kg.
Período de gestação: De 102 a 113 dias.
Número de crias: De 2 a 3
Tempo médio de vida: 20 anos.
Estado de conservação da espécie: Não globalmente ameaçado de extinção, mas vulnerável.
quinta-feira, 11 de setembro de 2008
A Ilha Verde 2
quarta-feira, 10 de setembro de 2008
A paranóia da segurança
Até parece que o tranquilo jardim à beira mar plantado, onde vivíamos, se transformou de repente num perigoso "faroeste", onde tudo se resolve à lei da bala.
Os cidadãos estão preocupados, muitos em pânico até e alguns até já se barricaram lá em casa, com medo de sair á rua e medo até dos passos dos vizinhos, lá fora no corredor.
Calma pessoal, tenham muita calma!
O que se passa é que mais uma vez estamos a ser manipulados !!!
Está em curso uma monumental campanha de intimidação da população, conduzida pelas televisões e por alguns jornais, com o intuito de aterrorizar os Portugueses.
É verdade que há esses assaltos e roubos, mas eles sempre existiram em Portugal, como existem em qualquer outro país. É verdade que até poderá haver algum ligeiro aumento, mas isso sempre aconteceu em alturas de crise económica.
Mas nunca como agora, as televisões com os seus telejornais empolaram tanto e deram tanto tempo e relevo a estes factos como agora. Nunca como agora, apareceram jornalistas histéricos e ofegantes, em plena cena do crime, a criar um clima de histeria e pânico, para venderem as suas reportagens.
Este ano como o Verão esteve pouco quente e felizmente não houve grandes incêndios e pânico nas populações e como o caso Maddie, já tinha "secado"e saído de cena, houve urgência em criar uma alternativa igualmente dramática e empolgante.
Porquê ?
Ora agora é que chegamos à parte interessante. Quanto a mim, por duas razões:
A primeira é um certo desejo das oposições (especialmente à direita, onde militam personagens que detêm ou controlam meios de comunicação, como Balsemão, por exemplo) de atacarem o governo e o fragilizarem, para daí obterem dividendos políticos.
A segunda e principal é que toda esta campanha irá conduzir a um caos, que será a justificação sinistra de medidas gravosas a serem brevemente implementadas, que irão diminuir significativamente os nossos Direitos e Liberdades !!!
Este é que é o busílis da questão e não me admiraria que a partir de agora o "Big Brother" avançasse em força, com câmaras de videovigilância por todo o lado, rusgas, operações stop e controles policiais todos os dias, escutas telefónicas a torto e direito, etc, etc....
E o que dizer dos chips nas matrículas dos automóveis, que passou quase despercebido e irá permitir a quem controlar o sistema, saber a cada momento, exactamente em que local se encontra o nosso automóvel, ou seja nós que o conduzimos.
O Lobby da segurança já esfrega as mãos de contentamento e os seus negócios estão a crescer exponencialmente.
Tal como aconteceu há alguns anos, quando as imagens terríveis de Portugal a arder, provocaram mais incêndios, por imitação, também agora o empolgamento destes crimes, terá levado certamente ao despertar de muitos potenciais criminosos. E a população em pânico é igualmente perigosa, porque muitos podem perder o controle, desatarem a comprar armas e começar a disparar, só porque eventualmente não gostou da cara daquele gajo.
Cuidado com o que ouvem, cuidado com o que vos dizem.
Pode haver uma segunda intenção, mais ou menos sinistra, a tentar dar-vos a volta ....
terça-feira, 9 de setembro de 2008
A Ilha Verde 1
Começo hoje a mostrar aqui uma série de fotos, que gostaria de dedicar ao povo Açoreano, especificamente o desta ilha, que nos recebeu com grande hospitalidade e generosidade.






















